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AGRONEGÓCIOS

Projeto quer abranger todo o Estado e livrar o rebanho da febre aftosa

21/11/2019 - 10:21 - Fonte: Assessoria/Cláudia Bouviê Foto: Divulgação

Projeto quer abranger todo o Estado e livrar o rebanho da febre aftosa

O Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea), junto com instituições e empresas ligadas ao setor agropecuário, lançou o Projeto "Mato Grosso contra Brucelose". O objetivo principal é baixar a prevalência da doença nos rebanhos bovino e bubalino do Estado.

A doença preocupa de várias maneiras, inicialmente pelas perdas que o pecuarista pode enfrentar no campo com a diminuição da produtividade que provoca a redução da competitividade nos mercados, a vulnerabilidade da produção à barreiras sanitárias e o aumento do risco da atividade que compromete diretamente a renda do produtor.

A brucelose é uma zoonose que ataca bovinos e bubalinos e compromete, especialmente, o sistema reprodutivo e pode provocar o aborto no terço final da gestação e, ainda, pode ser transmitida ao homem por meio do contato com animais doentes ou com a carcaça dos animais, e até mesmo pela ingestão de leite e derivados não inspecionados. "Importante lembrar que a vacinação deve ser feita somente por médicos veterinários cadastrados no Indea, ou vacinadores treinados por esses profissionais. Isso vai garantir também a saúde dos profissionais que lidam com o rebanho", recomenda fiscal agropecuário do Indea de Rondonópolis, Estevão Galhego.

O motivo que levou as empresas e instituições do agronegócio a empreender esse Projeto são os índices de prevalência da doença em Mato Grosso. "Hoje a estatística é preocupante, sendo que 4,4% das propriedades e 17,7% do rebanho de fêmeas podem apresentar a doença", alerta Estevão.

O ponto forte do Projeto é incentivar o pecuarista a fazer o exame sorológico para o descarte das matrizes positivas do rebanho, sendo que normalmente a carcaça pode ser aproveitada para consumo humano após o abate. "Reforçamos que a primeira dose da vacina contra a brucelose deve ser aplicada nas fêmeas de três a oito meses de idade e, o mais importante, é que além de cumprir essa determinação, é recomendado revacinar as fêmeas acima de 24 meses, com vacina RB 51, única disponível no mercado hoje, para prolongar a imunidade do rebanho", reforça Estevão.

A decisão de lançar o Projeto na Região Sul foi tomada durante a realização da Vitrine Agropec – na 47ª Exposul. " O Sindicato dos Produtores Rurais de Rondonópolis está extremamente engajado nesse Projeto. Garantir a saúde do rebanho e reduzir a possibilidade de perdas para o nosso associado, é tarefa do Sindicato, além de prezar pela saúde da população consumidora dos produtos de origem animal", disse Aylon Arruda, presidente do Sindicato.

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