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Black Friday: veja as dicas para não cair em golpes da internet

29/11/2019 - 04:16 - Fonte: Dani Cunha/Assessoria - Foto: reprodução

Black Friday: veja as dicas para não cair em golpes da internet

Nesta época do ano, com a Black Friday, que apresenta várias promoções atrativas, muitas pessoas caem em golpes na internet. O número de pessoas lesadas aumenta consideravelmente a cada ano, já que, principalmente neste mês, as fraudes são as mais variadas possíveis.

Para orientar os servidores do Poder Judiciário e a população a não cair em golpes dessas supostas promoções, o assessor de segurança e informação da Coordenadoria de Tecnologia da Informação (CTI), Danyllo Carvalho, diz que durante as principais datas comemorativas do ano, como é o caso do Natal, se observa incremento considerável no número de Spams e tentativas de fraudes dos usuários.

“O intuito desses golpes variam desde uma simples obtenção de credenciais de e-mails a dados sigilosos de cartão de crédito, portanto, no intuito de tentar dirimir a exposição de nossos usuários, que são um importante elo de nossas estratégias de segurança, a conscientização dos usuários tem se mostrado uma prática bastante eficaz de combate a fraudes e aumento da segurança de nossa rede de computadores e sistemas."

De acordo com especialistas na área, nenhum dia do ano tem tantas ocorrências de consumidores enganados como o dia 29 de novembro, já que, no impulso de fazer compra com preços anunciado como abaixo do normal, acabam realizando compras em sites que nunca visitaram ou conhecem, além de não fazer pesquisa previamente.

O phishing é um dos golpes mais comuns na Black Friday e também um dos mais antigos da internet. É uma técnica utilizada pelos ladrões de dados para enganar os clientes e obter as informações sem que percebam. Criam sites falsos - muitas vezes clones de grandes lojas - e espalham esses endereços eletrônicos por e-mail ou correntes de aplicativos de mensagens, como WhatsApp e Telegram.

As mensagens costumam ter textos alarmistas, de promoções que se esgotam em poucos minutos ou das poucas unidades que ainda restam. Tudo isso para forçar a vítima a fazer a compra imediatamente. No impulso de se dar bem e aproveitar um grande desconto, o consumidor coloca os dados pessoais e cartão de crédito no site espião. Do outro lado, os golpistas colhem todas essas informações e as usam para fazer compras.

O mesmo pode ocorrer com aplicativos, quando a vítima acredita que um app dará descontos extras durante a Black Friday. Mas, após fazer o download e autorizar que o programa tenha acesso a algumas informações do smartphone ou tablet, o criminoso passa a receber informações sigilosas e usá-las para fazer compras.

Existem também quadrilhas especializadas em criar lojas digitais ou contas de lojas falsas em market places (sites de vendas criados em redes sociais). Segundo especialistas ouvidos pela BBC News Brasil, os bandidos oferecem, nesses ambientes, produtos que não têm. O cliente compra um produto que não receberá.

Para evitar esses golpes, a pessoa que recebe essas promoções deve primeiramente confirmar os dados da oferta, confirmar se é verdadeira e também a reputação da empresa. Uma dica é digitar manualmente o site da empresa na barra de endereço, isso evita acesso a sites clonados. Ao acessar links a pessoa pode ser direcionada a páginas falsas. Para checar se realmente a loja está fazendo a promoção, o cliente deve entrar em sites que comprovem a reputação da empresa, como o www.consumidor.gov.br, do Ministério da Justiça, assim como o Reclame Aqui.

Desconfie de qualquer link encaminhado em grupos de até mesmo de forma privada nas redes sociais, mesmo que seja encaminhado por pessoas de confiança. Para a realização de compras, o ideal é usar rede de wi-fi de casa ou o plano de dados do celular, com antivírus atualizados.

Se a promoção for atrativa, pesquise a página da loja nas redes sociais, veja a avaliação dos vendedores e também da empresa, feitas pelos clientes. Importante também conferir o certificado de segurança digital, aquela em que aparece um cadeado ou “https” na barra de endereço, já que é muito comum sites clonados utilizarem endereços bastante semelhantes com os clonados. Muitas vezes são sites brasileiros que terminam com "ru" ao invés de ".com.br" ou ".com". Esses são grandes indícios de que o cliente deve evitar a compra.

Se você for vítima de algum golpe digital deve-se entrar em contato imediatamente com banco ou operadora de cartão de crédito por onde a transação foi realizada, para bloquear a conta do fraudador e conseguir restituir o valor, bloqueando inclusive o cartão para evitar que a operação seja concluída e evitar novas fraudes. Depois, registre boletim de ocorrência. Importante que a vítima reúna o máximo de informações para repassar à polícia, como print da tela do site onde a compra foi feita, endereço da loja e CNPJ, por exemplo.

 

(com informações do site MSN)

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