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Alta Floresta: Água de córrego na avenida Mato Grosso desaparece

16/09/2020 - 09:53 - Fonte: Jornal Mato Grosso do Norte - Foto: Jornal MT Norte

Alta Floresta: Água de córrego na avenida Mato Grosso desaparece

Pela primeira vez, o córrego do Severo, que corta a avenida Mato Grosso no local da ponte que dá acesso à região da grande Cidade Alta, está praticamente seco. Em anos anteriores, o nível da água baixou significantemente, mas a lâmina de água, mesmo que em volume reduzido, continuou escorrendo e passando embaixo da estrutura da ponte. 

No lado de cima da ponte ainda há água acumulada, mesmo que em quantidade baixa.

Mas no lado esquerdo, no sentido Cidade Alta Centro, o leito do córrego está completamente seco. Em 2020 o período de estiagem está prolongado, a temperatura mais quente e a umidade do ar está mais baixa do que em anos anteriores. 

Acrescido a estes fatores climáticos a obra da ponte foi construída sem o devido estudo ambiental, o que acabou causando um grande impacto e afetando o fluxo de água do córrego. 

As consequências desta falta de planejamento pode ser a escassez e racionamento do abastecimento de água para a população, em anos de clima atípico como está ocorrendo em 2020. 

As variações climáticas podem causar alterações importante ao Meio Ambiente, em decorrência, principalmente, das queimadas e do desmatamento.

As queimadas que estão ocorrendo, mesmo que sejam em outras regiões de Mato Grosso, como os focos de incêndios no Pantanal, impactam na bacia hidrográfica e interferem no volume de rios e córrego, mesmo que estejam a centenas de quilômetros de onde ocorrem os acidentes ambientais.   

2020 - Na Floresta Amazônica, 29.307 focos de queimadas foram registrados até agosto deste ano, destruindo uma área maior que a da Eslovênia. O número ficou pouco abaixo dos 30.900 registrados no mesmo período de 2019 que, de acordo com o Inpe, foi o pior mês de agosto para a Amazônia desde 2010. 

Outro dado interressante. Julho e agosto de 2020 foram os segundos mais quentes da história, segundo o novo estudo divulgado pela NOAA (Agência Nacional de Oceanos e Atmosfera dos EUA). Segundo o boletim mensal do instituto, o mês de julho teve temperatura 0,92° C mais alta do que a média do século 20, assim como agosto.

Foram os meses mais quente de todos os tempos, com temperaturas 1,18º C mais altas que a média do século passado. Os dados constatam que o aquecimento global e seus impactos seguem inabaláveis. 

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