Alta Floresta (MT), 27 de fevereiro de 2017 - 05:45

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Saúde

16/02/2017 05:14 Julia Graminho | SES-MT

Alta Floresta registra notificação de zika em janeiro, MT tem redução de 91% nos casos de dengue, zika e chikungunya

A vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde registrou redução de 91% na incidência de dengue, febre chikungunya e febre pelo vírus zika durante o mês de janeiro de 2017.

Os monitoramentos, realizados pelos técnicos da Vigilância, até quatro de fevereiro, apontaram que o estado apresentou 969 casos de dengue, quase metade de casos, se comparado com o mesmo período do ano passado. A baixa incidência representa 30 casos da doença a cada 100 mil habitantes.

Em janeiro, 71 municípios notificaram casos da doença, mas até o momento não houve confirmação de óbitos por dengue em 2017. Porém, há três casos em investigação nos municípios de Colíder, Sinop e um em Campo Grande/MS, em que a doença teria sido contraída em Mato Grosso.

A Febre Chikungunya registrou 70 casos, o que representa duas pessoas com a doença em um grupo de 100 mil habitantes e uma redução de 82% dos casos no período de 2016.

Em Janeiro, foram notificados casos em 15 municípios, sendo eles: Alto Araguaia, Barra do Bugres, Barra do Garças, Cáceres, Campo Novo do Parecis, Cuiabá, Dom Aquino, Guarantã do Norte, Jauru, Juara, Lucas do Rio Verde, Matupá, Primavera do Leste, Querência e Várzea Grande.

O vírus Zika teve 27 casos em janeiro deste ano. No comparativo por habitantes, a incidência é de um caso para cada 100 mil pessoas. Em janeiro, 11 municípios do estado notificaram a doença, sendo eles: Água Boa, Alta Floresta, Arenápolis, Barra do Garças, Campo Novo do Parecis, Feliz Natal, Guarantã do Norte, Poconé, Primavera do Leste, Rosário Oeste, Querência e Várzea Grande.

Mobilização

O início do período chuvoso aumenta o número de criadouros do mosquito Aedes aegypti. Por isso, é necessário aumentar a atenção e os cuidados para evitar os focos do mosquito.

"As ações de mobilização, comunicação e educação em saúde são fundamentais para a mudança de comportamento e adoção de práticas saudáveis para a manutenção do ambiente preservando da infestação por Aedes aegypti", destaca a coordenadora de Vigilância Epidemiológica, Flávia Guimarães.


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